Telejornalismo e convergência: uma análise cultural
Esta dissertação propõe-se a compreender a relação entre telejornalismo, convergência midiática e interatividade. O estudo está ancorado nos estudos culturais, considerando a televisão como uma tecnologia e uma forma cultural e o telejornalismo uma instituição social. Para investigar como a convergê...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/5955 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/5955 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Telejornalismo Convergencia Interatividade Estudos Culturais |
| Sumario: | Esta dissertação propõe-se a compreender a relação entre telejornalismo, convergência midiática e interatividade. O estudo está ancorado nos estudos culturais, considerando a televisão como uma tecnologia e uma forma cultural e o telejornalismo uma instituição social. Para investigar como a convergência altera o cenário dos produtos, usamos o conceito de modo de endereçamento, que diz respeito ao tom e estilo dos programas. Para melhor compreender a dimensão processual do fenômeno da convergência, que provoca mudanças nas relações entre os produtores e receptores, apresentamos o conceito de interatividade, que ajuda a ver como os programas dialogam com os telespectadores através da tecnologia. Para as análises foram selecionados dois programas: dez edições do Urbano (Multishow) e quinze edições do Fantástico (TV Globo). O Urbano foi gravado durante o período de 2007 a 2010, com amostras de quatro temporadas. O Fantástico foi gravado em 2009 e 2010, após a entrada no ar da versão online do programa, o Canal F. Analisamos também o conteúdo online dos programas referente a cada edição. Por meio das análises, foi possível constatar que apenas no Urbano a participação do público interfere de fato na construção do programa; no Fantástico, embora o telespectador tenha canais tecnologicamente avançados para a participação, na maioria das vezes o conteúdo enviado por ele é reduzido a questões de importância secundária, e apenas quando o telespectador contribui com matérias factuais, na qualidade de testemunha ocular, sua participação é valorizada. Ampliando o cenário, observamos uma tendência à flexibilização das fronteiras entre a produção e a recepção nos programas e, por fim, apontamos a interatividade como uma prática que, se aliada à educação e à inclusão digital, tem o potencial de servir à cidadania. |
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