Da Crise à Oportunidade: uma análise da orientação empreendedora de brasileiros nos EUA
Vislumbrando a possibilidade de um novo negócio o empreendedor se depara com as dificuldades do ambiente e com a deterioração das condições econômicas do Brasil, tais aspectos têm estimulado as pessoas a imigrarem, levando consigo o sonho de empreender. Este artigo teve como objetivo geral identific...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI) |
| Repositório: | Desenvolvimento em Questão |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.unijui.edu.br:article/6134 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/desenvolvimentoemquestao/article/view/6134 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Orientação empreendedora Orientação Empreendedora Novos negócios |
| Resumo: | Vislumbrando a possibilidade de um novo negócio o empreendedor se depara com as dificuldades do ambiente e com a deterioração das condições econômicas do Brasil, tais aspectos têm estimulado as pessoas a imigrarem, levando consigo o sonho de empreender. Este artigo teve como objetivo geral identificar o grau de Orientação Empreendedora (OE) existente nos brasileiros que optaram por investir seus esforços e iniciaram novos empreendimentos nos EUA. Para alcançar este objetivo, fez-se uma pesquisa quantitativa, com o uso de modelagem de equações estruturais, utilizando o software SmartPLS, a partir de dados primários. A população desta pesquisa é composta por 3.657 empresários brasileiros estabelecidos nos Estados Unidos que estão cadastrados na Associação Brasileira de Empreendedores nos Estados Unidos, a amostra compreende 107 empreendedores. Para gerar os resultados, inicialmente estimou-se o modelo no PLS com todas as questões originais de cada construto, na sequencia, avaliou-se quais possuíram um bom ajuste, na sequencia se avaliou a validade discriminante e a confiabilidade, vencidas estas etapas pode-se verificar os coeficientes estruturais e R2 para então chegar no modelo final. Identificou-se a partir dos dados da pesquisa que a amostra estudada possui as características propostas por Miller (1983) nas seguintes proporções: 56% para inovação, 78% para pró-atividade e 73% para tomada de risco. Esses valores caracterizam os brasileiros que imigraram para os EUA com um comportamento altamente pró-ativo, se comprometem fortemente com a tomada de risco e apostam medianamente nas inovações. |
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