Manejo da amamentação e contato pele a pele em mulheres com COVID-19: uma revisão integrativa

Objetivo: Identificar evidências científicas publicadas a partir do ano de 2020 até dezembro de 2021 sobre o manejo da amamentação e contato pele a pele em mulheres com COVID-19 no puerpério imediato. Métodos: Tratou-se de uma revisão integrativa da literatura nas bases eletrônicas: The US National...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Garcia, Fernanda Isabela Gonçalves, Boeckmann, Lara Mabelle Milfont, Melo, Manuela Costa, Morais, Rita de Cássia Melão de, Campos, Mônica Chiodi Toscano de, Moura, Luciana Melo de, Schardosim, Juliana Machado
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/37988
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/37988
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Postpartum Period
Women's Health
Breast Feeding
COVID-19.
Periodo posparto
Salud de la mujer
Lactancia Materna
Período pós-parto
Saúde da mulher
Amamentação
Descripción
Sumario:Objetivo: Identificar evidências científicas publicadas a partir do ano de 2020 até dezembro de 2021 sobre o manejo da amamentação e contato pele a pele em mulheres com COVID-19 no puerpério imediato. Métodos: Tratou-se de uma revisão integrativa da literatura nas bases eletrônicas: The US National Library of Medicine, The Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature e Web of Science. A busca foi realizada em 01 de janeiro de 2022. Resultados: Foram encontrados 117 artigos, sendo 18 selecionados para análise. Os estudos avaliados revelaram diferenças nas condutas da equipe de saúde que variaram entre as práticas recomentadas pela Organização Mundial de Saúde para manutenção da amamentação e contato pele a pele separação da díade mãe-filho, desestímulo à amamentação, e aleitamento misto ou artificial. Nos achados das pesquisas que evidenciaram a adoção da amamentação e contato pele a pele, não foram verificadas intercorrências e/ou complicações neonatais, o que reforça a segurança das práticas. Conclusão: Evidenciou-se que a manutenção do aleitamento materno exclusivo e do contato pele a pele retrocederam durante a pandemia pela COVID-19. Este estudo reitera que a amamentação e o contato pele a pele são práticas seguras e há mais benefícios e vantagens em estimulá-las do que os prejuízos esperados por condutas proibitivas.