Modelo hidrológico distribuído urbano com poucos parâmetros
Este artigo trata de um modelo urbano chuva-vazão que considera a variabilidade espacial da precipitação, da ocupação do solo e dos caminhos de drenagem na geração de eventos de cheia. O modelo gera automaticamente um histograma tempo-área não linear (para a precipitação média) ao aceitar a entrada...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1999 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/233480 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/233480 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Modelos hidrológicos Área urbana Dilúvio, Arroio, Bacia do (RS) |
| Sumario: | Este artigo trata de um modelo urbano chuva-vazão que considera a variabilidade espacial da precipitação, da ocupação do solo e dos caminhos de drenagem na geração de eventos de cheia. O modelo gera automaticamente um histograma tempo-área não linear (para a precipitação média) ao aceitar a entrada distribuída da precipitação. O processo de transferência se completa com o modelo do reservatório linear simples para considerar os efeitos do armazenamento temporário na condução do escoamento. A produção hídrica é distribuída pela realização da separação de escoamentos pixel a pixel nas áreas urbanas, considerando as taxas de impermeabilização. Nas áreas suburbanas foi aplicada uma capacidade de infiltração do solo. O modelo foi concebido com apenas três parâmetros: a velocidade de escoamento de pixel a pixel, a constante do modelo reservatório linear simples e a capacidade de infiltração suburbana. Aplicado à bacia semi-urbanizada do arroio Dilúvio em Porto Alegre, o modelo teve bom desempenho na simulação de cheias freqüentes com duração limitada. Os parâmetros revelaram um caráter pseudo-linear em função de características da precipitação. A importância do histograma tempo-área não-linear foi significativa na reprodução das cheias. |
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