Análise da incidência e prevalência de laceração perineal de causa obstétrica em maternidade terciária de Fortaleza-CE

As lacerações perineais obstétricas resultam em transtorno no cotidiano da mulher, seus fatores de risco incluem: uso de fórceps, trabalho de parto prolongado, nuliparidade, macrossomia fetal e episiotomia. Objetivo: avaliar a prevalência e incidência de lacerações perineais de causa obstétrica em p...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Aguiar, Stefanie Viana, Gonçalves, Emilcy Rebouças, Bezerra, Leonardo Robson Pinheiro Sobreira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/40609
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/40609
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Parto Normal
Episiotomia
Períneo
Descripción
Sumario:As lacerações perineais obstétricas resultam em transtorno no cotidiano da mulher, seus fatores de risco incluem: uso de fórceps, trabalho de parto prolongado, nuliparidade, macrossomia fetal e episiotomia. Objetivo: avaliar a prevalência e incidência de lacerações perineais de causa obstétrica em partos vaginais. Ainda, determinar a prevalência de episiotomia e descrever fatores materno-fetais e assistenciais relacionados às lacerações perineais graves. Metodologia: estudo descritivo, documental, retrospectivo e quantitativo, realizado de abril a setembro de 2015 na Maternidade Escola Assis Chateaubriand, através de revisão de prontuário. Os dados foram analisados pelo software R (versão 3.1.2). Resultados e discussão: foram avaliados 765 partos vaginais, a prevalência das lacerações perineais foi 55%, destas, 2,5% foram lacerações perineais graves (3º e 4º grau). A taxa de episiotomia encontrada foi de 7,3%. A presença de um parto vaginal prévio, ou mais, foi considerado um fator protetor para lacerações graves, X2(2) = 45,944a, p = ,0000. Gestações com 37 ou mais semanas foram avaliadas como fatores de risco para lacerações graves, X2(4) = 27,637a, p = 0,000. Conclusão: neste estudo, o número de lacerações perineais graves (2,5%) e a episiotomia (7,3%) estão compatíveis com a literatura mundial e seus fatores de risco.