Expansão Internacional para a China e seu Reflexo no Ajustamento Internacional do Executivo Brasileiro Expatriado
A busca estratégica por locais com maior vantagem de localização para o desenvolvimento das atividades fez com que algumas empresas do setor calçadista vislumbrassem na China um local favorável para fixação de fábricas e escritórios comerciais. A transferência das atividades para o território estran...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Revista Ibero-Americana de Estratégia (RIAE) |
| Repositorio: | Revista Ibero Americana de Estratégia - RIAE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://periodicos.uninove.br:article/15067 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.uninove.br/riae/article/view/15067 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ajustamento Intercultural; China; Expansão Internacional; Expatriado. Ventaja de Localización; China; Expatriado; Ajuste. Location Advantage; China; Expatriate; Adjustment. |
| Sumario: | A busca estratégica por locais com maior vantagem de localização para o desenvolvimento das atividades fez com que algumas empresas do setor calçadista vislumbrassem na China um local favorável para fixação de fábricas e escritórios comerciais. A transferência das atividades para o território estrangeiro possibilita os benefícios inerentes à proximidade com o país escolhido, mas coloca em evidência o desafio de eleger, preparar as pessoas adequadas para a atuação internacional, além de realizar o acompanhamento do desenvolvimento do trabalho dos selecionados no exterior. Sabendo-se que o desempenho da empresa no exterior é influenciado pelo desempenho do indivíduo expatriado e que quanto maior for a diferença da cultura do país de origem com o país em que o indivíduo fixará domicílio, mais difícil é o ajustamento internacional do indivíduo, objetivou-se verificar empiricamente esta questão. Por meio do modelo de Black, Mendehall e Oddou (1991), foram exploradas as percepções de onze executivos brasileiros do ramo calçadista que com a expansão internacional passaram a trabalhar na China. Entre outras constatações, percebeu-se a ausência de orientações prévias vindas da empresa ao expatriado, o empecilho da distância psíquica no ajustamento do indivíduo e a postura reativa dos brasileiros como forma de se ajustar ao meio.DOI:10.5585/riae.v10i3.1768 |
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