Criação, sobrevivência e desenvolvimento das empresas brasileiras no contexto da reforma trabalhista de 2017
Existe grande discussão em torno das reformas que flexibilizam a proteção dos trabalhadores, isso porque, ao mesmo tempo em que elas reduzem os custos imediatos das empresas com seus empregados, o que possibilitaria maiores investimentos e contratações, elas também encolhem a renda do trabalhador, r...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UCB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:bdtd.ucb.br:tede/3230 |
| Acesso em linha: | https://bdtd.ucb.br:8443/jspui/handle/tede/3230 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Reforma trabalhista Flexibilização Empresas Labor reform Flexibilization Companies CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::CIENCIA POLITICA |
| Resumo: | Existe grande discussão em torno das reformas que flexibilizam a proteção dos trabalhadores, isso porque, ao mesmo tempo em que elas reduzem os custos imediatos das empresas com seus empregados, o que possibilitaria maiores investimentos e contratações, elas também encolhem a renda do trabalhador, reduzindo o consumo, o que geraria retração econômica, anulando, dessa forma, aqueles primeiros benefícios dados às empresas. O debate, portanto, se resume em se os eventuais benefícios concedidos às empresas com essa maior flexibilização compensam a redução da renda e/ou precarização do trabalho. Essa pesquisa busca contribuir para o debate em questão ao fazer uma análise nos dados públicos de CNPJs disponibilizados pela Receita Federal, verificando se após a Reforma Trabalhista Brasileira de 2017 (RTB) houve alterações nos volumes de criação, mortalidade e desenvolvimento das empresas do país. Os resultados mostraram que após a RTB houve um maior desenvolvimento de empresas, com aumentos significativos no volume de Microempreendedores Individuais que se tornaram Microempresas. Não foi possível verificar efeitos positivos ou negativos da RTB sobre a criação e sobrevivência das empresas. |
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