Ruídos articulares e sinais de disfunção temporomandibular: um estudo comparativo por meio de palpação manual e vibratografia computadorizada da ATM

Esta pesquisa teve como finalidade estimar a validade interexaminadores, em detectar sons articulares e comparar os resultados com um sistema computadorizado (SONOPAK). Para isto, uma amostra de 45 indivíduos foi selecionada aleatoriamente e dividida em dois grupos. O grupo experimental foi formado...

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Detalles Bibliográficos
Autores: CONTI, Paulo César Rodrigues, MIRANDA, João Evandro da Silva, ORNELAS, Flávia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2000
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Pesquisa odontológica brasileira (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/42904
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/pob/article/view/42904
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Articulação temporomandibular
Temporomandibular joint
Descripción
Sumario:Esta pesquisa teve como finalidade estimar a validade interexaminadores, em detectar sons articulares e comparar os resultados com um sistema computadorizado (SONOPAK). Para isto, uma amostra de 45 indivíduos foi selecionada aleatoriamente e dividida em dois grupos. O grupo experimental foi formado por 24 pacientes, que apresentavam problemas articulares, e o grupo controle por 19 pacientes com ausência de qualquer relato ou queixa, compatível com DTM. Sessenta e sete por cento dos pacientes eram mulheres, com médias de idade de 36 anos. Os resultados da eletrovibratografia (EVG) foram comparados com os obtidos pela palpação manual. Todos os examinadores desconheciam o grupo ao qual pertencia o paciente examinado. Para análise dos resultados de concordância, foi utilizado o teste de Cohen’s kappa e o percentual de concordância. Os resultados mostraram uma prevalência de 62,5% e 42,1% dos sons articulares, apresentados pelo grupo experimental e grupo controle, respectivamente. Pela análise dos resultados, concluiu-se que os sons articulares são comumente apresentados em ambos os grupos, porém sua identificação e classificação são difíceis, mesmo quando obtidos por aparelhos computadorizados. Embora a amostra deste estudo seja pequena, os resultados indicam que a EVG deve ser utilizada com cautela, e a calibração dos examinadores pode melhorar a identificação dos sons articulares.