Perspectivas do fantástico em três contos de Hoffmann
Este trabalho tem por objetivo apresentar as perspectivas do fantástico a partir da análise de três contos do escritor alemão Hoffmann: O Homem da Areia , Haimatocare e Os Autômatos . Para o desenvolvimento da pesquisa sobre o fantástico, utilizamos as perspectivas teóricas desenvolvidas por Furtado...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Presbiteriana Mackenzie (MACKENZIE) |
| Repositorio: | Repositório Digital do Mackenzie |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.mackenzie.br:10899/25389 |
| Acceso en línea: | http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25389 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | contos fantástico ambigüidade Hoffmann stories fantastic ambiguity CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::TEORIA LITERARIA |
| Sumario: | Este trabalho tem por objetivo apresentar as perspectivas do fantástico a partir da análise de três contos do escritor alemão Hoffmann: O Homem da Areia , Haimatocare e Os Autômatos . Para o desenvolvimento da pesquisa sobre o fantástico, utilizamos as perspectivas teóricas desenvolvidas por Furtado (1980) e Todorov (2004), privilegiando um conjunto de circunstâncias narrativas que incitam o surgimento da hesitação e a ambigüidade nos contos. Desse modo, examinamos como as estratégias distribuídas no percurso narrativo se constroem e mantêm a ambigüidade, responsável pela sustentação da hesitação que transparece tanto no interior dos contos quanto em sua relação com o leitor real. Por fim, tecemos algumas considerações sobre o fantástico, entendendo-o como uma possibilidade de interpretação das relações humanas, tantas vezes contraditórias, e, por isso mesmo, intrinsecamente, semelhantes às contradições que caracterizam o cerne da literatura fantástica. Nesse sentido, a trajetória delineada nos contos estudados permite um questionamento a respeito do entendimento de mundo dos diferentes sujeitos representados, demonstrando que a ambigüidade pode ser um caminho para a compreensão de uma realidade tantas vezes desconcertante, ainda que marcada por uma aparente coerência. |
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