UM PRENÚNCIO DE MORTE NUM POSSÍVEL ACRÓSTICO NA ENEIDA DE VIRGÍLIO

Nas obras de Virgílio, um considerável número de acrósticos já foi identificado por alguns estudiosos, tais como Fowler (An Acrostic in Vergil? – 1983), Katz (An Acrostic Ant Road in Aeneid – 2008) e Grishin (Ludus in Undis. An Acrostic in Eclogue 9 – 2008). Por sua vez, Giovanna Laterza (Aeneid VII...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Da Silva, Paulo Gustavo Santos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Translatio (Porto Alegre. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/111066
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/translatio/article/view/111066
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Eneida
acróstico
Amata
prenúncio
morte.
Estudos literários
Descripción
Sumario:Nas obras de Virgílio, um considerável número de acrósticos já foi identificado por alguns estudiosos, tais como Fowler (An Acrostic in Vergil? – 1983), Katz (An Acrostic Ant Road in Aeneid – 2008) e Grishin (Ludus in Undis. An Acrostic in Eclogue 9 – 2008). Por sua vez, Giovanna Laterza (Aeneid VII 53-57: An Acrostic? – 2015), voltando sua atenção para o sétimo canto da Eneida, põe em relevo os versos 53-57, e propõe a presença de um possível acróstico temático, cuja construção, mesmo que imperfeita, amolda indiretamente o nome da rainha dos latinos. Por admitirmos a legitimidade desta formação acrostiquena identificada por Laterza, no presente trabalho, apresentaremos, a partir de uma análise filológica de sua composição, uma outra leitura interpretativa para o provável acróstico: nele notamos um prenúncio de morte da personagem que o configura.