Influência das rainhas na infestação do ácaro parasita Varroa destructor em colmeias de abelhas Apis mellifera
A apicultura enfrenta há décadas a Varroatose, patologia apícola causada pelo ácaro Varroa destructor, que gerou, e continua gerando, inúmeros prejuízos na criação de abelhas da espécie Apis mellifera em várias partes do globo. Muitos manejos, produtos, conhecimento técnico e científico já foram pro...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-16012024-090514 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59131/tde-16012024-090514/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Abelha africanizada Africanized bee Colmeias sem rainha Queenless hives Tolerance to Varroa destructor Tolerância ao Varroa destructor Varroa destructor in Brazil Varroa destructor no Brasil Varroatose Varroatosis |
| Sumario: | A apicultura enfrenta há décadas a Varroatose, patologia apícola causada pelo ácaro Varroa destructor, que gerou, e continua gerando, inúmeros prejuízos na criação de abelhas da espécie Apis mellifera em várias partes do globo. Muitos manejos, produtos, conhecimento técnico e científico já foram produzidos para conter os danos da Varroatose e permitir maior segurança e sustentabilidade na apicultura, mas ainda existem pontos obscuros na relação parasita/hospedeiro que devem ser desvendados na busca por um controle mais eficaz contra a ação do ácaro. No Brasil, diferentemente de países europeus e norte-americanos, as colmeias sobrevivem sem a utilização de acaricídas e/ou outras técnicas de controle do Varroa, isso se deve às características próprias que a abelha africanizada apresenta, como comportamento higiênico mais eficaz e menor volume de alvéolo de cria. O protocolo utilizado pelos pesquisadores brasileiros na década de 80, quando o Varroa iniciou sua atividade parasitária no Brasil, de não utlizar em primeira instância acaricídas para controle do ácaro permitiu o desenvolvimento de resistência nas abelhas contra seu novo parasita, esse fator também corroborou para a grande tolerância da abelha africanizada contra a Varroatose. A ausência da abelha-rainha na colmeia também é um fator que gera diminuição nos níveis de infestação dos ácaros no ninho. Este trabalho apresenta dois experimentos de isolamento de rainhas para controle da infestação acarina. No primeiro experimento, a rainha foi isolada em apenas uma colmeia, dentre duas que formam um sobreninho, ao analisar a cria das abelhas, foi constatado que o nível de infestação diminuiu em algumas colmeias. No segundo experimento, a abelha-rainha foi removida totalmente de uma colmeia formada por uma caixa ninho, ao analisar a cria das abelhas, também houve redução nos níveis de infestação, demonstrando que esta técnica pode ser promissora no controle da Varroatose. |
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