Caracterização físico-química da carne ovina congelada por período pré-determinado

Objetivou-se avaliar a estabilidade físico-química da carne ovina armazenada sob congelamento (-18°C) por período pré-determinado. Foram utilizadas amostras de carne ovina provenientes do músculo longissimus dorsi, que foram embaladas e armazenadas à -18ºC por intervalos de tempo pré-determinados, s...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Pellegrini, Luiz Gustavo de; Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Pellegrini, Luiz Giovani de; Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha/RS, Campus Júlio de Castilhos, IFF-JC, Pellegrin, Ana Carolina Ribeiro Sanquetta de; Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Pelegrini, Luis Fernando Vilani de; Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Santos Richards, Neila Silvia Pereira dos; Universidade Federal de Santa Maria, UFSM
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Revista brasileira de higiene e sanidade animal
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.higieneanimal.ufc.br:article/258
Acceso en línea:http://www.higieneanimal.ufc.br/seer/index.php/higieneanimal/article/view/258
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ovino; longissimus dorsi; pH; proteína; tempo de congelamento
Descripción
Sumario:Objetivou-se avaliar a estabilidade físico-química da carne ovina armazenada sob congelamento (-18°C) por período pré-determinado. Foram utilizadas amostras de carne ovina provenientes do músculo longissimus dorsi, que foram embaladas e armazenadas à -18ºC por intervalos de tempo pré-determinados, sendo: 0, 90, 180, 270, 360, 450 e 540 dias. As análises determinadas foram realizadas junto ao Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da Universidade Federal de Santa Maria. Em relação aos parâmetros avaliados pode-se observar comportamento linear decrescente para pH, proteína, gordura, umidade e cinzas; e comportamento linear crescente para oxidação lipídica, perdas ao descongelamento e proteína do exsudato. Assim, observa-se que o período de estocagem altera as características físico-químicas da carne ovina.