FUNDOS DE INVESTIMENTOS EM AÇÕES NO BRASIL: ANÁLISE DE DESEMPENHO E SEUS DETERMINANTES

Este artigo analisa o desempenho de fundos de investimentos em ações no Brasil e investiga potenciais relações da performance dos fundos com seus respectivos tamanhos, idades, riscos (volatilidade total e beta), cobrança de taxa de performance e utilização de estratégias alavancadas de investimentos...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Bossan, Victoria, Pimentel, Renê Coppe
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace)
Repositorio:Revista de Administração. Contabilidade e Economia da Fundace
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai::article/778
Acceso en línea:https://racef.fundace.org.br/index.php/racef/article/view/778
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Finanças
Mercado de capitais. Fundos de investimento em ações. Investimento. Desempenho.
Descripción
Sumario:Este artigo analisa o desempenho de fundos de investimentos em ações no Brasil e investiga potenciais relações da performance dos fundos com seus respectivos tamanhos, idades, riscos (volatilidade total e beta), cobrança de taxa de performance e utilização de estratégias alavancadas de investimentos. Para tanto, utilizando as medidas de alfa e beta de Jensen, foram analisados 1.243 fundos, entre 1996 e 2019, resultando em 125.066 observações mensais. Os resultados sugerem que apenas 62% dos fundos superaram o benchmark de mercado no período. Já o desempenho dos fundos apresenta relação positiva e significativa com suas respectivas idades, tamanhos e a utilização de estratégias alavancadas. Em relação ao risco, documentaram-se relações negativas e significantes, o que, apesar de conflitante com a relação básica entre risco e retorno, sugere que, no período analisado e devido às elevadas taxas de juros, fundos com estratégias mais conservadoras por meio de maior alocação em ativos de renda fixa ou ações mais conservadoras tiveram, em média, retornos superiores.