Hegemonia e “autogestão” no MST
Com referência na perspectiva marxista-gramsciana, o estudo que ora se apresenta pretende analisar as repercussões das estratégias organizativas (em âmbito econômico e político) da classe trabalhadora na construção de uma nova hegemonia na sociedade brasileira. Para isso, tomaremos como base as expe...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Filosofia e Educação |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8635541 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rfe/article/view/8635541 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Hegemonia. "Autogestão". MST. |
| Sumario: | Com referência na perspectiva marxista-gramsciana, o estudo que ora se apresenta pretende analisar as repercussões das estratégias organizativas (em âmbito econômico e político) da classe trabalhadora na construção de uma nova hegemonia na sociedade brasileira. Para isso, tomaremos como base as experiências vigentes, desenvolvidas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra/MST. Vale ressaltar que partiremos do ponto de vista das contradições, não apenas dessas estratégias, mas da própria sociedade capitalista. |
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