Cartografando a construção do conhecimento cartográfico no ensino da geografia

Este trabalho, que denominamos de desafio, é fortalecido por duas epistemologias que lidam com a construção do conhecimento: a complexidade de Edgar Morin que utilizamos como método e a Epistemologia Genética de Jean Piaget, que nos fortaleceu no entendimento da (des) construção do conhecimento Cart...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Abreu e Silva, Paulo Roberto Florêncio de
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/76845
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/76845
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Cartografia
Geografia : Ensino
School cartography
Cartographic iliteracy
Teaching geography
Cartography for children
Cartography in elementary education
Cartografía escolar
Alfabetización cartográfica
Enseñanza de geografía
Cartografía para niños
Cartografía en la educación primaria
Descrição
Resumo:Este trabalho, que denominamos de desafio, é fortalecido por duas epistemologias que lidam com a construção do conhecimento: a complexidade de Edgar Morin que utilizamos como método e a Epistemologia Genética de Jean Piaget, que nos fortaleceu no entendimento da (des) construção do conhecimento Cartográfico no Ensino Escolar. Como objetivo, estudamos a construção do conhecimento da Cartografia na formação do professor de Geografia e as suas implicações no ensino escolar. Procura inicialmente, sustentar algumas inquietações em nossa jornada enquanto professores e pesquisadores. No ambiente escolar existem deficiências na construção do conhecimento cartográfico, ou não? Existe ou não preocupação dos professores de Geografia em desmistificar o paradoxo do analfabetismo cartográfico no ensino escolar? O ir e o vir, da construção da espacialidade da Geografia utilizando a Cartografia como ferramenta, nos impulsionou a sugerir algumas novidades no sentido de mobilizar transformações, como o Cardápio de informações geográficas/cartográficas e a oficina do Parque de diversão, utilizando a espacialidade cartográfica. Através da pesquisa de cunho qualitativo, o movimento foi realizado nas escolas públicas e particulares da região metropolitana do Recife, na Faculdade/Universidade que formam professores de Geografia (FUNESO e UFPE) e no Departamento de Engenharia Cartográfica da UFPE. Assim, alcançou-se a clareza da necessidade de incluir na matriz curricular dos cursos que formam professores de Geografia a disciplina Cartografia Escolar. Este desafio parece poder gerar outros desafios, na construção de novo objeto; e a partir daí, produzir novas mobilizações, novas construções, num movimento recursivo e dialógico.