Fatores maternos e neonatais relacionados à prematuridade
Objetivo: Identificar fatores maternos e neonatais associados à prematuridade no município de Porto Alegre. Método: Estudo do tipo caso-controle de base populacional. Os casos foram recém-nascidos com menos de 37 semanas de gestação, e os controles foram os recém-nascidos com 37 semanas ou mais. Os...
| Autores: | , , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/148376 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/148376 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Nascimento prematuro Enfermagem materno-infantil Cuidado pré-natal Premature birth Risk factors Maternal-child nursing Prenatal care Case-control studies Nacimiento prematuro Factores de riesgo Enfermería maternoinfantil Atención prenatal Estudios de casos y controles |
| Sumario: | Objetivo: Identificar fatores maternos e neonatais associados à prematuridade no município de Porto Alegre. Método: Estudo do tipo caso-controle de base populacional. Os casos foram recém-nascidos com menos de 37 semanas de gestação, e os controles foram os recém-nascidos com 37 semanas ou mais. Os dados provieram dos registros de 19.457 nascimentos do município de Porto Alegre, no ano de 2012, no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos da Secretaria Municipal da Saúde. Foi realizada análise ajustada mediante Regressão Logística segundo modelo hierárquico. As variáveis estudadas foram alocadas em três níveis de hierarquia: variáveis sociodemográficas; história reprodutiva; fatores gestacionais e de nascimento. Resultados: Foram alocados 767 casos e 1.534 controles, em um desenho de um caso para dois controles (1:2), mediante randomização simples. No modelo final, foi encontrada associação estatisticamente significante para prematuridade para as seguintes variáveis: idade materna menor que 19 anos (OR=1,32; IC 95%: 1,02 – 1,71) e maior que 34 anos (OR=1,39; IC 95%: 1,12 – 1,72); escolaridade materna inadequada para a idade (OR=2,11; IC 95%: 1,22 – 3,65); gravidez múltipla (OR=1,14; IC 95%: 1,01 – 1,29); cesariana (OR=1,15; IC 95%: 1,03 – 1,29); peso ao nascer menor a 2.500g (OR=4,04; IC 95%: 3,64 – 4,49); Índice de Apgar no 5° minuto de zero a três (OR=1,47; IC 95%: 1,12 – 1,91) e pré-natal inadequado (OR=1,18; IC 95%: 1,02 – 1,36). Conclusão: O presente estudo evidenciou as consequências mais imediatas da prematuridade para os recém-nascidos ao revelar sua associação com piores escores de Apgar e baixo peso ao nascimento. Mostrou como possíveis determinantes mais distais de prematuridade: idade materna, educação materna inadequada, gestação múltipla, pré-natal inadequado e realização de cesariana. |
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