OS IMPACTOS DO PROGRAMA “MINHA CASA MINHA VIDA” NA CIDADE PONTA DE PEDRAS-PARÁ
O Programa Minha Casa Minha Vida tem despertado o interesse, desde o início de sua implantação, para o risco da segregação socioespacial. Alguns pesquisadores apontam impactos da produção desses empreendimentos, principalmente em função da localização, pois o direito à cidade não é garantido, em fu...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Vale do Paraíba (Univap) |
| Repositorio: | Revista UniVap (online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.biblioteca.univap.br:article/498 |
| Acceso en línea: | https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/498 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Programa Minha Casa Minha Vida habitação Amazônia segregação socioespacial. |
| Sumario: | O Programa Minha Casa Minha Vida tem despertado o interesse, desde o início de sua implantação, para o risco da segregação socioespacial. Alguns pesquisadores apontam impactos da produção desses empreendimentos, principalmente em função da localização, pois o direito à cidade não é garantido, em função do acesso à infraestrutura e aos serviços, os quais são, muitas vezes, inexistente ou precário. Desde a criação do Banco Nacional de Habitação (BNH), a questão habitacional no Brasil sempre foi tratada pelo olhar quantitativo, resumindo-se a números. Nesse sentido, esse artigo tem o objetivo de analisar o processo de pós-ocupação do PMCMV I, localizado na cidade de Ponta de Pedras, Ilha do Marajó, Pará. Para esta análise foram aplicados formulários aos moradores dos Loteamentos do PMCMV I.Palavras-chave: |
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