SUPERANDO AS ADVERSIDADES: RESILIÊNCIA DIANTE DA DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA
Introdução: A doença arterial coronariana está entre as principais causas de mortalidade, exigindo intervenções em todos os níveis de atenção à saúde. O conceito de resiliência contribui para o conhecimento dos fatores que permitem ao paciente desenvolver condições emocionais sadias para superar as...
| Authors: | , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2012 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) |
| Repository: | Revista de Atenção à Saúde |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.seer.uscs.edu.br:article/1618 |
| Online Access: | http://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_ciencias_saude/article/view/1618 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Resiliência psicológica Depressão Doença cardíaca coronária |
| Summary: | Introdução: A doença arterial coronariana está entre as principais causas de mortalidade, exigindo intervenções em todos os níveis de atenção à saúde. O conceito de resiliência contribui para o conhecimento dos fatores que permitem ao paciente desenvolver condições emocionais sadias para superar as adversidades, como as limitações da doença crônica, adaptando-se sem que isso lhe cause maiores danos. Objetivos: Investigar os escores de resiliência e depressão dos pacientes que sofreram o primeiro Infarto Agudo do Miocárdio e que estavam em tratamento multiprofissional em nível de atenção secundária em hospital especializado em cardiologia. Métodos: Estudo transversal. Amostra: 102 pacientes. Protocolo: Questionário que investigou a situação sociodemográfica, fatores de risco para cardiopatia e questões emocionais; Escala de Resiliência; e Inventário de Depressão de Beck. Análise estatística: frequência absoluta e relativa; média e desvio-padrão; coeficiente de correlação de Pearson. Resultados: Predomina o sexo masculino (69,6%), idade média de 60,18 anos (±11,26), casado (75,5%), ensino fundamental incompleto (49%) e aposentado (42,2%). Os escores de resiliência oscilaram entre 103 e 175 pontos (147,36±15,18), e os escores de depressão variaram entre 0 e 55 pontos (8,96±9,09), havendo correlação significativa inversa entre eles (r=-0,239; p=0,015). Observa-se que 60,8% têm resiliência alta e 72,5% têm escore mínimo de depressão. Conclusões: Há um fator de proteção alto e um fator emocional de risco baixo, condições ideais para o desenvolvimento da capacidade de enfrentar a doença e suas limitações. Faz-se urgente achar o equilíbrio nas intervenções da equipe multiprofissional, promovendo fatores protetores e amenizando fatores de risco.Palavras-chave: resiliência psicológica; depressão; doença cardíaca coronária. |
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