Os modos de existência de um avatar: imagem, inventário e perfil.
No presente artigo pretendo descrever e analisar os modos de existência de um objeto técnico - o avatar no Second Life - tomando como ponto de partida minha experiência de antropóloga brasileira e residente neste mundo virtual. Aparentemente a proposta pode parecer subverter alguns paradigmas tradic...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/12046 |
| Acceso en línea: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/12046 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mundos virtuais Second Life Avatares avatares na internet Virtual worlds Avatars |
| Sumario: | No presente artigo pretendo descrever e analisar os modos de existência de um objeto técnico - o avatar no Second Life - tomando como ponto de partida minha experiência de antropóloga brasileira e residente neste mundo virtual. Aparentemente a proposta pode parecer subverter alguns paradigmas tradicionais da disciplina, mas como se verá mais adiante, é somente desta forma que poderia falar de uma perspectiva interna (êmica) sobre este mundo virtual, no qual essas “criaturas” existem e habitam. Somente ao conectar-me aos meus próprios avatares e ter estabelecido com eles “laços fortes” (GRANOVETTER, 2001), isto é, ter desenvolvido com eles certos regimes de engajamento, que me foi possível ter condições de examinar de perto seus respectivos modos de existência, dando conta de que esses objetos ou “criaturas” possuem uma existência tridimensional no contexto do próprio sistema técnico e ambiente no qual são gerados e habitam, a saber: o modo Imagem em 3D, o modo Inventário e o modo Perfil. Meu argumento, é que não se pode conceber o avatar no Second Life sem esses três aspectos, ou modos, uma vez que, tecnicamente falando, um modo não existe sem os demais. |
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