Avaliação do equilíbrio hídrico de atletas de futebol pré-mirim

Introdução: A ingestão de líquidos é fundamental para manutenção de respostas fisiológicas nos seres humanos. Quadros de desidratação levam a alterações fisiológicas e alteração da homeostase. No ambiente esportivo, a desidratação piora o rendimento do atleta; entretanto, esse tema não é aprofundado...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Alves, Ricardo Franco, Lopes, Priscila Rita Niquini Ribeiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Viçosa (UFV)
Repositorio:LOCUS Repositório Institucional da UFV
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:locus.ufv.br:123456789/34022
Acceso en línea:https://locus.ufv.br/handle/123456789/34022
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hidratação
Desidratação
Futebol
Hydration
Dehydration
Soccer
Descripción
Sumario:Introdução: A ingestão de líquidos é fundamental para manutenção de respostas fisiológicas nos seres humanos. Quadros de desidratação levam a alterações fisiológicas e alteração da homeostase. No ambiente esportivo, a desidratação piora o rendimento do atleta; entretanto, esse tema não é aprofundado especialmente no futebol de base. Objetivo: Avaliar o equilíbrio hídrico dos atletas de futebol da categoria pré-mirim antes e durante uma sessão de treinamento. Metodologia: Foram monitorizados 14 jovens do sexo masculino (idade: 11,5 ± 0,6 anos) durante uma sessão de treinamento de futebol com duração de 60 minutos. Foram coletadas as variáveis peso corporal (kg) e gravidade específica de urina (g/ml) antes e após a sessão de treinamento, para avaliação do nível de desidratação, além da quantidade de água ingerida de forma ad libitum, o que permitiu calcular a perda hídrica em kg e %, absoluta e relativa. Para a verificação de normalidade, foi utilizado o teste Shapiro-Wilk, e os dados foram analisados através dos testes t de Student e t pareado (Média ± DP; α = 5%). Resultados: Foram observadas diferenças na gravidade específica da urina antes e depois da sessão de treinamento – antes: 1021,14 ± 5,69 (g/ml) vs depois: 1027,28 ± 5,62 (g/ml). Não foram encontradas diferenças entre peso inicial e final – peso inicial: 47,96 ± 11,22 (kg) vs peso final: 48,04 ± 11,11 (kg). A perda hídrica absoluta em % foi de 0,17 ± 0,49%, e a relativa, de -80 ± 200 ml. Conclusões: As crianças já se encontravam em estado de desidratação antes da coleta de dados, e o consumo de água à vontade não foi suficiente para reverter à situação. Já a perda hídrica durante a atividade foi inferior aos valores críticos de 2%.