Viagem a São Saruê, a idade do ouro e o cordel como gênero de iniciação à leitura para uma turma de EJA.
Este trabalho pautou-se na tríade: cordel, idade do ouro e educação. Analisou o cordel Viagem a São Saruê de Manuel Camilo dos Santos que traz como temática uma viagem imaginária a um país também imaginário e perfeito. Um cordel que convida ao leitor, pensar, Ser sujeito do seu próprio ser. Pretende...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica de Brasília (UCB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UCB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:localhost:riufcg/19006 |
| Acceso en línea: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/19006 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cordel Idade do ouro Leitura Aluno-leitor Educação de Jovens e Adultos-EJA Literatura popular Golden Age Reading Student-reader Youth and Adult Education-EJA Popular Literature Letras. |
| Sumario: | Este trabalho pautou-se na tríade: cordel, idade do ouro e educação. Analisou o cordel Viagem a São Saruê de Manuel Camilo dos Santos que traz como temática uma viagem imaginária a um país também imaginário e perfeito. Um cordel que convida ao leitor, pensar, Ser sujeito do seu próprio ser. Pretendeu-se, além de analisar, propor o gênero cordel como uma leitura agradável e não só como entretenimento, mas também como instrumento didático e de transformação social, uma vez que a literatura, especialmente na leitura fantástica, contribui para formar um sujeito pensante e reflexivo. Apresenta-se, portanto, nesta dissertação a proposta de utilização do cordel como ferramenta pedagógica no ensino de Língua Portuguesa na Educação de Jovens e Adultos. Este trabalho fundamentou-se em autores que discorreram sobre a Idade do Ouro, como Le Goff (2013), Minois e Holanda (2004), acerca da leitura embasou-se nos fundamentos de Koch (2005; 2018) dentre outros. Sobre cordel destacam-se autores, que não só escreveram sobre cordel, como o fizeram com fins didáticos, como Marinho e Pinheiro (2012), Viana (2010). As reflexões acerca da teoria que embasa este trabalho, bem como da experiência prática por meio da realização de uma oficina de cordel em sala de aula, com alunos de uma turma de EJA sugerem que ao se analisar um cordel que trouxe como temática uma viagem imaginária a um país também imaginário e perfeito, um cordel que convida ao leitor, pensar, abrem-se reflexões acerca do Ser sujeito do seu próprio ser, certamente preparando leitores proficientes. |
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