A homotextualidade em “El color del verano”, de Reinaldo Arenas, ou quando o desejo assume corpo no texto
Dentro da área de concentração “Literatura e Vida Social”, sob o prisma da linha de pesquisa “Poéticas do texto literário: cultura e representação (PTL)”, pretende este trabalho, antes, tomando-se como base o romance póstumo El color del verano (1991), do escritor cubano exilado Reinaldo Arenas (194...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/103657 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/103657 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Literatura cubana Contemporary cuban literature Reinaldo Arenas |
| Resumo: | Dentro da área de concentração “Literatura e Vida Social”, sob o prisma da linha de pesquisa “Poéticas do texto literário: cultura e representação (PTL)”, pretende este trabalho, antes, tomando-se como base o romance póstumo El color del verano (1991), do escritor cubano exilado Reinaldo Arenas (1943-1990), analisar a(s) construção(ões) identitária(s) homoerótica(s) masculina(s). Partimos, para tanto, nesse percurso, de teóricos como Jacob Stockinger (1978) e David William Foster (2000), dentre outros, cujos textos apontam na direção de uma ars poetica homotextual consciente, sobretudo, a partir da segunda metade do século XX, diferente do pensamento de muitos para os quais se trata tão somente de um leitmotiv e esteja mais para o conteúdo e menos para a forma. A pesquisa, por fim, não deixa de vislumbrar, outrossim, os mecanismos narrativos que estruturam a referida obra do autor holguineiro, dentre eles, destacamos a intertextualidade, isto é, o diálogo com outros textos e autores alheios, a intratextualidade, ou seja, o diálogo constante consigo mesmo e com seus próprios textos bem como, também, por derradeiro, a extratextualidade, isto é, o diálogo constante e as referências, dentro do texto, à cultura e história cubanas e latinoamericanas |
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