Manifestações maxilofaciais da doença de Crohn : considerações clínicas e odontológicas

Resumo: A doença de Crohn (DC) é uma doença inflamatória intestinal crônica (DII) do trato gastrointestinal de causa desconhecida. Entretanto, sabe-se que fatores ambientais, epigenética, microbiota intestinal e fatores genéticos são conhecidos pode exercer um papel significativo na etiologia da doe...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Afonso, Áquila de Oliveira, Dallepiane, Felipe Gomes, Carneiro, Grace Kelly Martins, Lima, Marcos Paulo Maia de, 1994-
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1414390
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.12733/34111
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Artigo original
Doença de Crohn
Doenças inflamatórias intestinais
Crohn disease
Inflammatory bowel disease
Descripción
Sumario:Resumo: A doença de Crohn (DC) é uma doença inflamatória intestinal crônica (DII) do trato gastrointestinal de causa desconhecida. Entretanto, sabe-se que fatores ambientais, epigenética, microbiota intestinal e fatores genéticos são conhecidos pode exercer um papel significativo na etiologia da doença. Assim, esse estudo objetivou revisar a literatura acerca das manifestações orais decorrentes da Doença de Crohn, bem como o manejo adequado para as lesões orais. Como procedimentos metodológicos, adota-se revisão bibliográfica utilizando as bases de dados SciVerse Scopus, Scientific Eletronic Library Online (Scielo), U.S. National Library of Medicine (PUBMED) e ScienceDirect, com auxílio do gerenciador de referências Mendeley. Os resultados indicam que as lesões orais decorrentes da Doença de Crohn incluem o edema labial, edema nodular granulomatoso, ulcerações lineares profundas, mucogengivite, ulceração aftosa, queilite angular e piosestomatite vegetante. O médico dentista deve dar ao paciente a ajuda necessária proporcionando informação sobre as técnicas de higiene e sugerindo o aumento do número de consultas para o controlo das manifestações. Deve realizar interconsultas com o médico gastroenterologista para ajustar o controlo da terapia farmacológica, tudo isto com o fim de proporcionar a melhor alternativa para o paciente e melhorar a sua qualidade de vida