O saber imediato e mediato: crença e saber? Um “diálogo” entre Jacobi e Hegel.
A exposição tem como ponto de partida a leitura hegeliana de Jacobi, exposta na obra mais madura Enciclopédia das ciências filosóficas de 1827-1830, a respeito do saber imediato e, consequentemente, da oposição entre crença e saber. A finalidade da comparação é evidenciar o que Jacobi de fato entend...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Paraná (UFPR) |
| Repositorio: | Revista Dois Pontos (Curitiba. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/74867 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufpr.br/doispontos/article/view/74867 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | F. H. Jacobi Hegel saber imediato subjetividade. |
| Sumario: | A exposição tem como ponto de partida a leitura hegeliana de Jacobi, exposta na obra mais madura Enciclopédia das ciências filosóficas de 1827-1830, a respeito do saber imediato e, consequentemente, da oposição entre crença e saber. A finalidade da comparação é evidenciar o que Jacobi de fato entende por “saber imediato” em oposição ao saber mediato (ciência) e mostrar por que a crença não pode ser meramente subjetiva — como foi e é ainda largamente interpretado — e sobretudo por que individualidade não é sinônimo de subjetividade como queria Hegel. Afinal, as dificuldades e equívocos da leitura hegeliana servem para entender melhor os próprios conceitos de Jacobi. |
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