Histórias do Bruxo do Cosme Velho: um livro infantil de Machado de Assis.
segundo Chartier (2001), autores não escrevem livros, escrevem textos, aqueles são produtos do mercado editorial. Partindo dessa premissa e de estudos sobre adaptações de obras de ficção para jovens leitores, (FARIAS, 2004), (FORMIGA, 2009), propomos analisar o volume, Histórias do bruxo do Cosme Ve...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/44429 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.35572/rle.v11i1 https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/44429 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Literatura. Machado de Assis - crítica e interpretação Literatura infantil - Machado de Assis Contos brasileiros Literatura brasileira - contos Contos infantis - Machado de Assis Machado de Assis - criticism and interpretation Children's literature - Machado de Assis Brazilian short stories Brazilian literature - short stories Children's stories - Machado de Assis |
| Sumario: | segundo Chartier (2001), autores não escrevem livros, escrevem textos, aqueles são produtos do mercado editorial. Partindo dessa premissa e de estudos sobre adaptações de obras de ficção para jovens leitores, (FARIAS, 2004), (FORMIGA, 2009), propomos analisar o volume, Histórias do bruxo do Cosme Velho (2003), antologia de contos de Machado de Assis, integrante da Coleção Literatura em minha casa, adaptado para crianças por Ana Mariza Filipouski. Na análise, procuramos mostrar que, mesmo não havendo cortes nem mudanças nos textos do autor, procedimentos comuns às adaptações, a experiência em tentar transformar narrativas de Machado de Assis em literatura infantil não foi válida. |
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