Aspectos morfofisiológicos, bioquímicos, produção e pós-colheita de aceroleira sob estresse salino e combinações de adubação com npk
A utilização de águas salinas no cultivo da aceroleira (Malpighia emarginata) na região semiárida do Nordeste brasileiro pode ser viabilizado através do manejo da adubação, visando minimizar os efeitos deletérios do estresse salino. Nesse contexto, objetivou-se avaliar o efeito da adubação com combi...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | tese |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) |
| Repositório: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/37527 |
| Acesso em linha: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/37527 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Nutrição mineral Mecanismo antioxidante Salinidade Malpighia emarginata Mineral nutrition Antioxidant mechanism Salinity Engenharia Agrícola |
| Resumo: | A utilização de águas salinas no cultivo da aceroleira (Malpighia emarginata) na região semiárida do Nordeste brasileiro pode ser viabilizado através do manejo da adubação, visando minimizar os efeitos deletérios do estresse salino. Nesse contexto, objetivou-se avaliar o efeito da adubação com combinações de nitrogênio, fósforo e potássio como atenuante dos danos causados pelo estresse salino, sobre a morfofisiologia, atividade enzimática, colheita e pós colheita em aceroleira, durante o segundo ano de produção. O estudo foi desenvolvido em delineamento em blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x10, sendo dois níveis de condutividade elétrica da água de irrigação (CEa 0,6 e 4,0 dS m-1), e dez combinações adubação com nitrogênio (N), fósforo (P2O5) e potássio (K2O): (80-100-100; 100-100-100; 120-100-100; 140-100-100; 100-80-100; 100-120-100; 100-140-100; 100-100-80; 100-100-120; 100-100 140% de N-P2O5-K2O), com três repetições. Foram avaliados o crescimento de novos ramos aceroleira cv. Flor Branca, status hídrico foliar, extravasamento de eletrólitos, trocas gasosas, teores de pigmentos fotossintéticos, fluorescência da clorofila, solutos orgânicos e inorgânicos, atividade enzimática, produção e pós-colheita. Verificou-se interação entre os níveis de condutividade elétrica da água de irrigação e as combinações de adubação para o teor relativo de água, concentração interna de CO2, taxa de assimilação de CO2, fluorescência inicial, fluorescência máxima, aminoácidos livres, prolina livre, atividade da superóxido dismutase, catalase, ascorbato peroxidase, número total de frutos, peso total de frutos, peso médio de frutos, acidez total titulável, potencial hidrogeniônico, sólidos solúveis totais, índice de maturação Ratio, vitamina C, açucares redutores, compostos fenólicos, flavonoides e antocianinas. De forma isolada, os níveis salinos afetaram o teor relativo de água, a porcentagem de extravasamento de eletrólitos, concentração interna de CO2, condutância estomática, transpiração, taxa de assimilação de CO2, eficiência instantânea de carboxilação, eficiência instantânea no uso da água, pimentos fotossintéticos, fluorescência da clorofila, proteínas solúveis, aminoácidos livres, atividade da superóxido dismutase, catalase, ascorbato peroxidase, número total de frutos, peso total de frutos, peso médio de frutos, diâmetro equatorial dos frutos, acidez total titulável, potencial hidrogeniônico, sólidos solúveis totais, índice de maturação Ratio, vitamina C, açucares redutores e flavonoides. A irrigação com o maior CEa (4,0 dS m-1) comprometeu o status hídrico foliar, o extravasamento de eletrólitos do limbo foliar, as trocas gasosas foliares, o teor de pigmentos fotossintéticos, o rendimento quântico do fotossistema II, o crescimento dos novos ramos e, consequentemente, afetando todas as variáveis de produção da aceroleira, aos 304 dias após a poda, durante segundo ano de produção. As atividades enzimáticas da superóxido dismutase (SOD), ascorbato peroxidase (APX) e catalase (CAT) aumentaram quando submetidas ao estresse salino (CEa de 4,0 dS m 1). A combinação de adubação CA5 = 100-80-100% de recomendação de NPK (200, 24 e 80 g de NPK por planta) para o segundo ano de produção modula a atividade enzimática da SOD e APX, a qual atenua os impactos da salinidade na aceroleira, sendo uma escolha eficiente para preservar a sua homeostase redox sob estresse salino. |
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