Prática da vela: a questão dos ritos e riscos.
O estudo objetivou compreender o significado do rito na dimensão simbólica da prática da vela. A pesquisa etnográfica multisituada teve a participação de 19 velejadores da cidade de João Pessoa (Paraíba–Brasil), que foram entrevistados e observados antes, durante e após o velejo. Os resultados revel...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/35572 |
| Acceso en línea: | https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/35572 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Vela - esporte Velejadores - João Pessoa - PB Etnografia Pesquisa etnográfica Ritos - velejadores Riscos - Vela - esporte Esporte aquático - Vela Sailing - sport Sailors - João Pessoa - PB Ethnography Ethnographic research Rites - sailors Risks - Sailing - sport Water sport - Sailing Educação Física. Esportes. |
| Sumario: | O estudo objetivou compreender o significado do rito na dimensão simbólica da prática da vela. A pesquisa etnográfica multisituada teve a participação de 19 velejadores da cidade de João Pessoa (Paraíba–Brasil), que foram entrevistados e observados antes, durante e após o velejo. Os resultados revelaram que os ritos na prática da vela consistem em três fases: i) passagem da terra para o mar, que caracteriza o afastamento da estrutura social; ii) fase limiar, a ação de velejar, que alcança o estado de comunhão; iii) passagem do mar para a terra, o reingresso à estrutura social, com a sensação de novo status. Conclui-se que os ritos na prática da vela colaboram para o velejador perceber a ressignificação da sua existência no mundo. |
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