PLAQUETOMETRIA EM CÃES COM NEOPLASIA
Na avaliação das plaquetas em cães utilizam-se metodologias estabelecidas e importantes na conduta terapêutica dos animais. Esta proposta objetivou correlacionar os índices plaquetários de cães com neoplasia com os índices de cães saudáveis. Neste estudo também foram comparadas a contagem de plaquet...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Paraná (UFPR) |
| Repositorio: | Archives of Veterinary Science (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/45743 |
| Acesso em linha: | https://revistas.ufpr.br/veterinary/article/view/45743 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | PDW plaqueta plaquetócrito VPM |
| Resumo: | Na avaliação das plaquetas em cães utilizam-se metodologias estabelecidas e importantes na conduta terapêutica dos animais. Esta proposta objetivou correlacionar os índices plaquetários de cães com neoplasia com os índices de cães saudáveis. Neste estudo também foram comparadas a contagem de plaquetas por dois métodos (automatizado e estimativa em lâmina). Foram utilizadas 64 amostras de sangue de cão (Grupo 1 com 49 animais com neoplasia e o Grupo 2 com 15 animais saudáveis). Os parâmetros estabelecidos foram: contagem total de plaquetas (PLT), Volume Plaquetário Médio (VPM), amplitude de variação plaquetária (PDW) e plaquetócrito (PCT). Os resultados foram comparados entre cães com ou sem neoplasia e também com o tipo de neoplasia (benigna, maligna e mista). Confeccionou-se uma extensão sanguínea para contagem manual de plaquetas. Análises descritivas foram realizadas com distribuição de frequências, médias e desvios-padrão. A correlação entre a contagem de plaquetas automática e manual apresentou um coeficiente de correlação forte positiva (R = 0,834, P<0,001). A média do parâmetro PCT no Grupo 1 foi superior ao do Grupo 2 (P=0,032). Na avaliação de correlação entre os parâmetros plaquetários foi encontrada uma correlação positiva muito forte entre PLT e PCT (R = 0,984 P<0,05) e uma correlação positiva moderada entre VPM e PCT (R = 0,800 P<0,05). A contagem de plaquetas automatizada apresentou boa correlação com a estimativa de plaquetas em lâmina. O valor de plaquetócrito foi maior e estatisticamente significativo em animais com neoplasia. Os parâmetros de concentração de plaquetas e plaquetócrito podem ser interpretados associados por possuírem uma boa correlação, assim como o volume plaquetário médio com o plaquetócrito. |
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