Da responsabilidade social de antropólogos e arqueólogos: Sobre contratos, barragens e outras coisas mais

Este texto foi escrito (mas nunca impresso) em novembro de 2006 em reação ao desfecho (que então se anunciava) no que toca à exploração hidroelétrica dos formadores do rio Xingu, no norte do Mato Grosso. Como se pode esperar, aqueles que defendiam, como princípio de precaução, a preservação dos rios...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Fausto, Carlos
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB)
Repositorio:Revista de Arqueologia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.revista.sabnet.org:article/436
Acceso en línea:https://revista.sabnet.org/ojs/index.php/sab/article/view/436
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Laudo antropológico
arqueologia de contrato
hidroelétricas
rio Xingu
Descripción
Sumario:Este texto foi escrito (mas nunca impresso) em novembro de 2006 em reação ao desfecho (que então se anunciava) no que toca à exploração hidroelétrica dos formadores do rio Xingu, no norte do Mato Grosso. Como se pode esperar, aqueles que defendiam, como princípio de precaução, a preservação dos rios e o direito indígena ao seu patrimônio imaterial saíram derrotados. A discussão sobre o papel de antropólogos e arqueólogos nesse processo, contudo, ainda está por ser feita. Daí minha concordância em publicar o texto abaixo depois de muitos anos de ser escrito. Espero que ainda sirva para aguçar nossa reflexão e reanimar nosso espírito crítico.