Corpografias: incursão em pele imagem escrita pensamento

Corpografias: incursão em pele imagem escrita pensamento abarca, sob certos aspectos e intensidades, a dinâmica de experimentação do pensamento num contexto acadêmico. Para tanto, realiza-se como diário e caderno, que cartografam a investigação empreendida, textual e plasticamente, expondo o constit...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Dultra, Maruzia de Almeida
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-04032013-114309
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27159/tde-04032013-114309/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Body
Body of the thought
Bodygraphy
Corpo
Corpo do pensamento Pesquisa
Corpografia
Creation Process
Criação
Poetic Research Process
Descripción
Sumario:Corpografias: incursão em pele imagem escrita pensamento abarca, sob certos aspectos e intensidades, a dinâmica de experimentação do pensamento num contexto acadêmico. Para tanto, realiza-se como diário e caderno, que cartografam a investigação empreendida, textual e plasticamente, expondo o constituir-se da pesquisa através de um corpo sensível. A forma de composição e apresentação do trabalho ressalta sua natureza híbrida, na qual estão imbricados texto dissertativo e experimentos poéticos (Diário de corpo do pensamento e Caderno Decurso). A partir dela, são discutidas as relações entre Arte, Ciência e Filosofia, inclusive a constituição disciplinar do saber. Embora não seja o tema central da pesquisa, tal reflexão a ela se impõe, imprimindo uma dimensão política neste fazer Ciência. A partir das ideias de Michel Foucault (1966) sobre as heterotopias e o corpo utópico, soma-se, às discussões sobre o corpo do pensamento, a noção de corpo heterotópico. Sendo este trabalho um dispositivo que expressa e carrega a questão de que um corpo poético é um corpo do pensamento, ele problematiza o toque e seus âmbitos de alcance, propondo ao leitor o mesmo modo de operar com o qual foi realizado. É preciso investigar ainda, tatear, compor um corpo no encontro, que toca e é tocado; que busca a relação e se faz nela. Desmonta-se, portanto, o jargão Que corpo é esse?, na medida em que é salientada a condição de invenção infinita do corpo do pensamento, que não cessa de transmutar.