Abandono ou descontinuidade do tratamento da tuberculose em Rio Branco, Acre
Esta pesquisa investiga os fatores que estão relacionados à descontinuidade do tratamento da tuberculose em Rio Branco-Acre, e propõe-se a compreender tais fatores. Para a realização desta pesquisa adotou-se uma contribuição da etnografia, para poder de fato fazer uma apreensão da realidade a ser es...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-24112009-154920 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6136/tde-24112009-154920/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Acre Descontinuidade Discontinuity Tratamento Treatment Tuberculose Tuberculosis |
| Sumario: | Esta pesquisa investiga os fatores que estão relacionados à descontinuidade do tratamento da tuberculose em Rio Branco-Acre, e propõe-se a compreender tais fatores. Para a realização desta pesquisa adotou-se uma contribuição da etnografia, para poder de fato fazer uma apreensão da realidade a ser estudada. A pesquisa desenvolveu-se em duas etapas de mapeamento: na primeira procedeu-se à busca de informações na base de dados do SINAN (Sistema de Notificação de Agravos Nacional) e na Coordenação Municipal do Programa de Tuberculose, a segunda procurou registrar fatos a partir da observação do atendimento numa unidade de saúde que presta assistência aos portadores de tuberculose em tratamento, só após esse período de observação dos atendimentos é que se partiu para as entrevistas dos sujeitos eleitos para a pesquisa. Na análise das observações, coletas de narrativas e entrevistas, observou-se que os profissionais dos serviços de saúde rotulam algumas pessoas como propícias a descontinuarem o tratamento e não considera os diferentes modos de vida na abordagem de seus pacientes, dificultando assim a formação do vínculo e favorecendo a descontinuidade. Identificou-se também que as pessoas que faziam o tratamento da tuberculose tinham várias formas de lidar com as limitações que foram geradas pela doença, como a restrição para o trabalho, entre outras, e as pessoas que descontinuaram o tratamento levavam em consideração seu sistema de crenças e valores, assim como a própria percepção de saúde/doença, devido a estarem se sentindo curados quando interromperam seus tratamentos. Destaca-se a necessidade de intervenções nos serviços de saúde para que se desenvolvam estratégias para trabalhar com as pessoas que apresentam diferentes modos de vida, levando em consideração o contexto no qual o doente está inserido, para dessa forma se ter um melhor controle da doença. |
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