Na aquarela do discurso: memória, metáfora e metonímia

Este trabalho, à luz da Análise do Discurso, mobiliza as noções teóricas memória, metáfora e metonímia. Como objeto de análise, trazemos a música Aquarela, de Toquinho. Por meio dessa materialidade discursiva, notamos o ecoar da memória, num espaço complexo de repetição e regularização, mas também d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rosa, Marilane Mendes Cascaes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Cadernos do IL (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/103005
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/cadernosdoil/article/view/103005
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:memória
metáfora
metonímia.
Descripción
Sumario:Este trabalho, à luz da Análise do Discurso, mobiliza as noções teóricas memória, metáfora e metonímia. Como objeto de análise, trazemos a música Aquarela, de Toquinho. Por meio dessa materialidade discursiva, notamos o ecoar da memória, num espaço complexo de repetição e regularização, mas também de deslocamentos e conflitos. É um local movente e amplamente propício para outros dizeres. Outrossim, visualizamos a perturbação da metáfora, o (des)colorir dos sentidos para que outros possam ser pintados, numa nova trajetória onde os sentidos estilhaçam-se, num ritual que sempre pode falhar. Por outro lado, notamos a tentativa da metonímia de estabilização, de reconstrução dos sentidos, de tentar tratar da perturbação.  Observamos que memória, metáfora e metonímia se constituem, imbricam-se no jogo da língua.