O impasse quanto a nacionalidade dos povos indígenas na fronteira Brasil-Guiana / The impass as the nationality of indigenous peoples on the Brazil-Guiana frontier
Na fronteira entre o Brasil e a República Cooperativa da Guiana, nos limites do município de Bonfim e da cidade de Lethem, verificou-se um aumento expressivo no número de guianenses que adquiriram nacionalidade brasileira, isto é, pessoas reconhecidas como naturais da Guiana e do Brasil, com nomes e...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2020 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repository: | Revista Veras |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/7820 |
| Online Access: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/7820 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Fronteira. Nacionalidade. Povos Indígenas. Brasil-Guiana. |
| Summary: | Na fronteira entre o Brasil e a República Cooperativa da Guiana, nos limites do município de Bonfim e da cidade de Lethem, verificou-se um aumento expressivo no número de guianenses que adquiriram nacionalidade brasileira, isto é, pessoas reconhecidas como naturais da Guiana e do Brasil, com nomes e filiações distintas. Esse processo ocorre em virtude de haver, na região, terras indígenas que antecedem a definição da fronteira internacional de 1904. Nessas comunidades, o responsável pelo controle de natalidade é o Tuxaua . Entretanto, guianenses de descendência indígena, que já possuem documentos da Guiana, procuram esses líderes para serem incluídos como integrantes das mesmas. Com isto, este indivíduo solicita junto à justiça do Brasil documentos brasileiros e obtém todos os direitos de um cidadão brasileiro e guianense, inclusive os benefícios sociais e políticos dos dois países. |
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