Os partidos de direita e o debate sobre as estratégias anticomunistas (Brasil e Chile, 1945-1950)

Este artigo analisa alguns dos processos políticos e legislativos desenvolvidos no Brasil e no Chile entre 1945 e 1950 que formaram parte do ingresso da lógica da Guerra Fria e o uso de dispositivos legais e repressivos devotados a excluir o Partido Comunista da vida política nacional. Em um tempo m...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bohoslavsky, Ernesto Lazaro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Argentina
Institución:Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
Repositorio:CONICET Digital (CONICET)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ri.conicet.gov.ar:11336/34497
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11336/34497
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:ANTICOMUNISMO
GUERRA FRÍA
AMÉRICA DEL SUR
https://purl.org/becyt/ford/6.1
https://purl.org/becyt/ford/6
Descripción
Sumario:Este artigo analisa alguns dos processos políticos e legislativos desenvolvidos no Brasil e no Chile entre 1945 e 1950 que formaram parte do ingresso da lógica da Guerra Fria e o uso de dispositivos legais e repressivos devotados a excluir o Partido Comunista da vida política nacional. Em um tempo muito curto foi aprovada a "Lei de Defesa da Democracia" no Chile e foram cassados os representantes parlamentares comunistas no Brasil. Longe de ter unanimidade entre os partidos direitistas, essas medidas geraram discussões entre eles. Aqui são caracterizados alguns desses debates produzidos no interior dos partidos de direita, que ficaram divididos face ao tipo de política anticomunista a por em prática: alguns liberais da União Democrática Nacional e social-cristãos do Partido Conservador Chileno rejeitaram a implementação das leis repressivas por achar que era uma decisão ilegal, improdutiva, contraproducente e injusta. Esta pesquisa foi feita em fontes parlamentares, cartas pessoais entre lideranças políticas, e também na imprensa partidária de Chile e Brasil.