Filosofia nietzschiana da tensão: a resistência do pensar
As interpretações da filosofia de Nietzsche, em termos de um irracionalismo sem força crítica ou de um super-racionalismo sem força afirmadora, resultam em formas de posições extremas (algo que Nietzsche rechaçou expresamente em seu conceito de "niilismo decadente"), posições que não levam...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Argentina |
| Institución: | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| Repositorio: | CONICET Digital (CONICET) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ri.conicet.gov.ar:11336/192692 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11336/192692 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ZWISCHEN (ENTRE) TENSION NIHILISMO DECADENTE RAZON IMAGINATIVA https://purl.org/becyt/ford/6.3 https://purl.org/becyt/ford/6 |
| Sumario: | As interpretações da filosofia de Nietzsche, em termos de um irracionalismo sem força crítica ou de um super-racionalismo sem força afirmadora, resultam em formas de posições extremas (algo que Nietzsche rechaçou expresamente em seu conceito de "niilismo decadente"), posições que não levam em conta a peculiar "tensão" que se produz entre o "sim" afirmador e o "não" crítico deste pensamento. Neste trabalho, destaca-se o caráter tensional da filosofia nietzschiana de diversos pontos de vista: a interpretação da vontade de potência como "razão imaginativa", a idéia do "eu em tensão" no conceito de Zwischen (entre), a interpretação do instante no pensamento do eterno retorno. |
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