Ordenar la casa. Securitización, jerarquización y regulación del espacio urbano en la política de Cambiemos en La Plata (2015-2019)
O artigo discute a política urbana de Cambiemos na cidade de La Plata, capital da província de Buenos Aires, durante o período 2015-2019. La Plata. Você está em casa foi o slogan de governança desta coalizão política de direita que implementou um conjunto de políticas urbanas destinadas a “ordenar a...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Argentina |
| Institución: | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| Repositorio: | CONICET Digital (CONICET) |
| Idioma: | español |
| OAI Identifier: | oai:ri.conicet.gov.ar:11336/157177 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11336/157177 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | SECURITIZACION ORDEN URBANO INFORMALIDAD https://purl.org/becyt/ford/5.4 https://purl.org/becyt/ford/5 |
| Sumario: | O artigo discute a política urbana de Cambiemos na cidade de La Plata, capital da província de Buenos Aires, durante o período 2015-2019. La Plata. Você está em casa foi o slogan de governança desta coalizão política de direita que implementou um conjunto de políticas urbanas destinadas a “ordenar a (cidade como) casa”. A partir de um diagnóstico decadente do estado da cidade difundido entre as classes média e alta, bem como um imaginário urbano em relação à deve ser a cidade, a política de securitização de Cambiemos operava como um poderoso dispositivo de hierarquia e regulação do espaço urbano. Combinando repressão, policiamento e prevenção, essas políticas buscavam regular quem pode fazer o que, onde e quando, e envolveu o deslocamento, marginalização e/ou expulsão de práticas e pessoas informais (feirantes, vendedores nas ruas, prostituição, centros culturais, entre outros) para gerar condições de investimento urbano. Em suma, foi a implantação do urbanismo “revanchista” e “autoritário” que, em nome da segurança e prevenção, implementou o modelo de “a cidade como casa”, regulando, deslocando e até expulsando o que é considerado “fora do lugar”. Quem (não) entra em casa? A imagem da cidade como casa tem afiliações políticas conservadoras e abre questões fundamentais sobre à vida urbana democrática, como liberdade de acesso, condições iguais, direito a (in)diferença, e possibilidades de diálogo e dissidência em espaços que, por definição, constituem áreas de encontro entre diferentes e desiguais. |
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