El tratamiento aristotélico de la diabolé en La Retórica entre la primera reflexión sobre la retórica

Os enfoques tradicionais da história da retórica clássica incluem em sua etapa sofística os aportes das figuras gregas que souberam dos efeitos dos apelos emotivos. Estudiosos dos testemunhos da prática oratória do século V a.C. defendem que em particular estes textos, quando exibem "a retórica...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Chichi, Graciela Marta
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Argentina
Institución:Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
Repositorio:CONICET Digital (CONICET)
Idioma:español
OAI Identifier:oai:ri.conicet.gov.ar:11336/20534
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11336/20534
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:DIABOLÉ
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DIÁLOGO
https://purl.org/becyt/ford/6.3
https://purl.org/becyt/ford/6
Descripción
Sumario:Os enfoques tradicionais da história da retórica clássica incluem em sua etapa sofística os aportes das figuras gregas que souberam dos efeitos dos apelos emotivos. Estudiosos dos testemunhos da prática oratória do século V a.C. defendem que em particular estes textos, quando exibem "a retórica do prejuízo contra o oponente" (diabolé), são mais estilizados e fecundos na hora de dizer o quê e como despertar hostilidade sobre o adversário, do que aquilo que trazem a respeito os tratados de retórica grega. O presente trabalho se ocupa do recurso que em grego se chamou diabolé e que Aristóteles apresenta com mais detalhe no livro terceiro de sua Retórica. Seu ponto de partida considera seu debate nos primeiros estudos sobre a retórica antiga editados no começo do século XX até os anos quarenta, os quais parecem haver ignorado os trabalhos de língua inglesa mais recentes sobre o tema, tal como indicam as notas do artigo com algum detalhe. A partir da segunda seção do trabalho, serão apontadas três linhas centrais do tratamento aristotélico, a fim de elucidar o valor e a originalidade dessa apresentação. No curso da analise, serão consideradas passagens pertinentes da Retórica a Alexandre, cuja edição inglesa equipara a noção grega de diabolé com a de prejuízo.