Fazer cultura: fazer(-se) estado: vernissages e performatividade de estado em Córdoba
Como assinalam Bourdieu (1994) e Taussig (1992), entre outros, entregarse à tarefa de pensar analiticamente o Estado é expor-se ao perigo de sucumbir a seu encantamento. O brilho, fálico talvez, seu caráter de fetiche e seu “E” maiúsculo têm o poder mágico de fazer com que nos percamos entre suas re...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Argentina |
| Institución: | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| Repositorio: | CONICET Digital (CONICET) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ri.conicet.gov.ar:11336/14815 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11336/14815 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Performance Performatividade Estética Estado https://purl.org/becyt/ford/6.5 https://purl.org/becyt/ford/6 |
| Sumario: | Como assinalam Bourdieu (1994) e Taussig (1992), entre outros, entregarse à tarefa de pensar analiticamente o Estado é expor-se ao perigo de sucumbir a seu encantamento. O brilho, fálico talvez, seu caráter de fetiche e seu “E” maiúsculo têm o poder mágico de fazer com que nos percamos entre suas representações e em seus efeitos encantados e encantadores. Enquanto trabalhadores do Estado, empregados públicos da Ciência e do Saber universitário, também corremos o risco de encantar nossas próprias crenças sobre as formas de organização estatal com os discursos doutos que produzimos, mantendo-as intactas e fora de qualquer crítica. Conscientes destes perigos e com a pretensão talvez também mágica de dar conta do Estado, buscaremos, com o auxílio da Antropologia, desnaturalizar um certo “senso comum intelectual”. |
|---|