A outra juventude radicalizada: o anticomunismo na Argentina e no Chile (1959-1973)

A imagem dominante sobre os anos sessenta no Cone Sul faz referência aos processos de insubordinação social desenvolvidos por setores da população rural, trabalhadores urbanos e jovens de ambos os sexos, desencantados com a política formal e desejosos de promover mudanças sociais profundas. Entretan...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Bohoslavsky, Ernesto Lazaro, Gomes, Gabriela Daiana
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Argentina
Institución:Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
Repositorio:CONICET Digital (CONICET)
Idioma:español
OAI Identifier:oai:ri.conicet.gov.ar:11336/105604
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11336/105604
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Juventude
Anticomunismo
Radicalização
https://purl.org/becyt/ford/6.1
https://purl.org/becyt/ford/6
Descripción
Sumario:A imagem dominante sobre os anos sessenta no Cone Sul faz referência aos processos de insubordinação social desenvolvidos por setores da população rural, trabalhadores urbanos e jovens de ambos os sexos, desencantados com a política formal e desejosos de promover mudanças sociais profundas. Entretanto, é possível identificar outra série de atores que também recorreram a um repertório de ações políticas de forte impacto público, mas sediados em uma coordenada ideológica completamente diversa. Este artigo revisa algumas das práticas e discursos de grupos de jovens incorporados às organizações de direita radical na Argentina e no Chile entre 1959 e 1973. Concentra-se no Movimiento gremialista, na juventude do Partido Nacional, na Frente Nacionalista Patria y Libertad (do Chile), no Movimiento Nacionalista Tacuara e na juventude da Federación Argentina de Entidades Democráticas Anticomunistas (da Argentina). Esta pesquisa comparativa consultou distintas fontes: imprensa comercial, jornais partidários e relatórios de órgãos de inteligência policial.