Memorias afrodescendientes y africanas en Argentina: Algunas consideraciones teóricas

Este artigo propõe repensar teoricamente algumas discussões e formas de apreensão das memórias, a partir de uma perspectiva antropológica interessada em analisar de que forma o passado é usado por grupos subalternos que se autodenominam "afros", em um contexto no qual se aprofundam as fiss...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Monkevicius, Paola Carolina
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Argentina
Institución:Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
Repositorio:CONICET Digital (CONICET)
Idioma:español
OAI Identifier:oai:ri.conicet.gov.ar:11336/196985
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11336/196985
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:MEMORIA SOCIAL
AFRODESCENDIENTES
HISTORIA HEGEMONICA
GRUPOS SUBALTERNIZADOS
https://purl.org/becyt/ford/6.5
https://purl.org/becyt/ford/6
Descripción
Sumario:Este artigo propõe repensar teoricamente algumas discussões e formas de apreensão das memórias, a partir de uma perspectiva antropológica interessada em analisar de que forma o passado é usado por grupos subalternos que se autodenominam "afros", em um contexto no qual se aprofundam as fissuras da narrativa oficial argentina e se abrem novos espaços para as “outras” memórias como fonte de visibilização e reivindicações. Portanto, propomos o objetivo de situar as memórias de afro descendentes e africanos no quadro nacional no qual atuam para delimitar e marcar as fronteiras culturais. Para isso, as memórias são enquadradas teoricamente especificando categorias e conceitos. Finalmente, reunimos as discussões apresentadas para propor uma perspectiva que contribua para o conhecimento do complexo campo dos estudos “afro” na Argentina, particularmente a respeito dos processos de invisibilização-visibilização, discriminação e pedidos de direitos e de igualdade cidadã.