Apropriação social do conhecimento
A Argentina é uma experiência bem sucedida nos últimos doze anos de construção de conhecimento, mas não apropriação dos resultados da pesquisa para eles a serviço da sociedade, que em última análise é o financiamento da obra. Para fazer isso, basta olhar que o investimento cresceu, mas não tanto qua...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Argentina |
| Institución: | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas |
| Repositorio: | CONICET Digital (CONICET) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ri.conicet.gov.ar:11336/72671 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11336/72671 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Entrada Produto Inovação Patentes https://purl.org/becyt/ford/5.9 https://purl.org/becyt/ford/5 |
| Sumario: | A Argentina é uma experiência bem sucedida nos últimos doze anos de construção de conhecimento, mas não apropriação dos resultados da pesquisa para eles a serviço da sociedade, que em última análise é o financiamento da obra. Para fazer isso, basta olhar que o investimento cresceu, mas não tanto quanto a produção de tese de pós-graduação e publicações, que tem como pré-requisito para elegibilidade a originalidade. No entanto, este progresso não se traduz em mais produtos e processos que, por sua vez, melhorar a qualidade de vida dos habitantes e ainda tem mesmo servido para equilibrar a balança comercial, porque o que importa é ainda maior o que exportamos. |
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