Políticas públicas de inclusão produtiva de agricultores familiares : Entre continuidades e descontinuidades na agenda política brasileira
Como forma de apreender o referencial que orienta as políticas públicas para a agricultura familiar, procuramos compreender como os mediadores, classificados em cinco “mundos sociais” (extensionista, gestor, pesquisador, professor e movimentos sociais), identificam as políticas que mais tiveram foco...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Argentina |
| Institución: | Universidad Nacional de La Plata |
| Repositorio: | SEDICI (UNLP) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:sedici.unlp.edu.ar:10915/137475 |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/137475 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ciencias Agrarias Humanidades Desenvolvimento Rural Mediadores Transferência de Tecnología Rural Development Mediators Technology Transfer Markets Mercado |
| Sumario: | Como forma de apreender o referencial que orienta as políticas públicas para a agricultura familiar, procuramos compreender como os mediadores, classificados em cinco “mundos sociais” (extensionista, gestor, pesquisador, professor e movimentos sociais), identificam as políticas que mais tiveram foco na inclusão produtiva nas três últimas décadas (1990-2020). Para isso, utilizou-se da técnica de entrevista semiestruturada realizada com 80 mediadores sociais que atuam com os públicos da agricultura familiar no Estado do Tocantins. Conclui-se que apesar da mudança no “referencial” das políticas governamentais com vistas a incorporar a noção de inclusão produtiva, este não coincide, na maioria das vezes, com as ideias e práticas dos mediadores envolvidos nos processos de intervenção sociotécnica junto aos diferentes grupos de agricultores familiares. |
|---|