Etnologia e fenomenologia. Um comentário das obras de Marcelo Bórmida, Tim Ingold e Eduardo Viveiros de Castro

Neste artigo, centrado nas minhas investigações a respeito do desenvolvimento da Antropologia na Argentina, analiso dois dos primeiros trabalhos de Marcelo Bórmida abertamente etnológicos e fenomenológicos, com o objetivo de explorar certas relações a partir da etnologia, com a obra de Viveiros de C...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silla, Rolando Jesús
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Argentina
Institución:Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas
Repositorio:CONICET Digital (CONICET)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ri.conicet.gov.ar:11336/50838
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11336/50838
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Etnologia e fenomenologia
Mito
Marcelo Bórmida
Tim Ingold
Eduardo Viveiros de Castro
https://purl.org/becyt/ford/5.4
https://purl.org/becyt/ford/5
Descripción
Sumario:Neste artigo, centrado nas minhas investigações a respeito do desenvolvimento da Antropologia na Argentina, analiso dois dos primeiros trabalhos de Marcelo Bórmida abertamente etnológicos e fenomenológicos, com o objetivo de explorar certas relações a partir da etnologia, com a obra de Viveiros de Castro, e da fenomenologia, com as posições de Ingold. Para tanto serei obrigado a ampliar o campo de análise para outros antropólogos argentinos vinculados a Bórmida, além de antropólogos e cientistas sociais do campo acadêmico anglo-saxão e francês. O sentido da comparação é encontrar similitudes e diferenças, mas também ver até que ponto abordagens de autores como Viveiros de Castro ou Ingold se ancoram, assim como a de Bórmida, em "resíduos de não-tradições".