Eficácia de uma técnica modificada de enxerto gengival livre: ensaio clínico aleatório
O enxerto gengival livre (EGL) promove aumento do tecido queratinizado, mas apresenta contração tecidual, problemas estéticos e dor pós-operatória. Recentemente, uma técnica modificada de EGL visa a menor contração e melhor coloração. O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia da técnica modifi...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-11042019-085818 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23146/tde-11042019-085818/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Autoenxertos Autografts Autologous transplantation Dor pós-operatória Gengiva Gingiva Gingival recession Patient satisfaction Periodontia Periodontics Postoperative pain Retração gengival Satisfação do paciente Transplante autólogo |
| Sumario: | O enxerto gengival livre (EGL) promove aumento do tecido queratinizado, mas apresenta contração tecidual, problemas estéticos e dor pós-operatória. Recentemente, uma técnica modificada de EGL visa a menor contração e melhor coloração. O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia da técnica modificada de EGL com a técnica original de EGL, em relação à largura ápico-cervical do tecido queratinizado após 1 ano de seguimento. Para isso, foi realizado um ensaio clínico randomizado, multicêntrico, em que 40 indivíduos foram submetidos a uma cirurgia de aumento de tecido queratinizado na região de incisivos inferiores com a técnica original (Grupo controle; n=20) ou com a técnica modificada (Grupo teste; n=20). O preparo do leito receptor deu-se de forma idêntica em ambas as técnicas. No grupo controle, o EGL foi estabilizado com suturas e deixado exposto. No grupo teste, o EGL foi recoberto pelo retalho. O desfecho primário foi a largura ápico-cervical do tecido queratinizado (LTQ) e, juntamente com a espessura do tecido queratinizado (ETQ) e os parâmetros clínicos: retração gengival (RG), profundidade clínica de sondagem (PS), nível clínico de inserção (NCI), índice PASS (IPASS) e índice de sangramento à sondagem (ISS), foram analisados antes da cirurgia e aos 3, 6 e 12 meses após a cirurgia. O tempo transcirúrgico (TT), a dor pós-operatória (DPO) na área doadora e receptora, a quantidade de medicação consumida (QM), a contração vertical do enxerto (CV), a correspondência de cor da gengiva (COR) e a satisfação estética do paciente (SE), também foram avaliadas. O teste t e ANOVA de medidas repetidas, seguido do teste post-hoc de Newman-Keuls foram utilizados para análise dos desfechos. O nível de significância foi estabelecido em 5% (p<0,05). Ambas as técnicas promoveram aumento de LTQ e ETQ. Não houve diferença significativa entre as técnicas para LTQ, ETQ, CV, COR e SE. O grupo teste apresentou significativamente menos dor, tanto na área doadora quanto na receptora, aos 7 dias. Ademais, consumiu significativamente menos analgésicos durante o período pós- operatório. Portanto, a técnica modificada de EGL foi tão eficaz quanto a técnica original no aumento da largura ápico-cervical de tecido queratinizado, apresentando como vantagem um menor desconforto pós-operatório. |
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