Nossas Verdades, Nossas Criações
Este breve ensaio tem como objetivo apresentar, em linhas gerais, alguns aspectos da critica de Nietzsche à nocáo de verdade. Partindo do principio de que a razáo náo é uma fiel representaçáo do estatuto ontologico, ja que o pensamento racional é uma instancia que nasce das relaçáoes de fo...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) |
| Repositório: | Princípios (Natal. Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufrn.br:article/684 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufrn.br/principios/article/view/684 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Resumo: | Este breve ensaio tem como objetivo apresentar, em linhas gerais, alguns aspectos da critica de Nietzsche à nocáo de verdade. Partindo do principio de que a razáo náo é uma fiel representaçáo do estatuto ontologico, ja que o pensamento racional é uma instancia que nasce das relaçáoes de forcas instintivas, para Nietzsche a racionalidade náo descobre a verdade, ela inventa uma: a sua verdade. Assim sendo, por mais que ofereca demonstraçoes logicas, a razáo náo é capaz de sustentar uma verdade universal, mesmo porque como poderia uma coisa ser sustentada por ela propria? |
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