Eficiência de consórcio microbiano degradador de alcano durante a biorremediação de sedimento de manguezal com petróleo

Atualmente o derramamento de petróleo é a principal ameaça para os manguezais, uma vez que seus compostos são tóxicos e de difícil degradação. Nesse sentido, foi montado um experimento de biorremediação com sedimento do manguezal do rio São Paulo, Bahia – Brasil, frequentemente afetado pelo derramam...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Conceição, Lavínia Silva
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositório:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/32893
Acesso em linha:http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/32893
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Ciências Exatas e da Terra
Gene
Biodegradação
Hidrocarbonetos alifáticos (n-alcanos)
Manguezal - Biorremediação
Planejamento fatorial
Manguezal - Poluição por petróleo
Hidrocarbonetos - Degradação
Descrição
Resumo:Atualmente o derramamento de petróleo é a principal ameaça para os manguezais, uma vez que seus compostos são tóxicos e de difícil degradação. Nesse sentido, foi montado um experimento de biorremediação com sedimento do manguezal do rio São Paulo, Bahia – Brasil, frequentemente afetado pelo derramamento de óleo. Portanto, este trabalho buscou entender a capacidade dos microrganismos desta região em degradar o petróleo da bacia do Recôncavo. A elaboração do experimento se deu através de um planejamento fatorial, e contou com sete biorreatores ligados a bomba de vácuo, simulando o regime de maré a cada 6 horas. Os biorreatores contiveram 400g de sedimento esterilizado, 4g de petróleo bruto e quantidades variáveis de consórcio encapsulado, visando simular o processo de biorremediação em manguezal. O gene alkB, descrito como degradador de n-alcano foi quantificado e comparado com o crescimento microbiano e a degradação da fração saturada do petróleo, durante três tempos do experimento (4 , 17 e 30 dias). Foram realizadas análises geoquímicas de nutrientes (carbono orgânico, nitrogênio e fósforo) e hidrocarbonetos totais do petróleo(HTP), análises microbiológicas (enumeração de fungos e bactérias) e análise molecular (amplificação do gene através da técnica de PCR em tempo real-qPCR). Os resultados mostraram que houve correlação positiva entre o número de cópias de alkB e a degradação do petróleo, e o planejamento fatorial apontou que o tempo exerce influência na quantidade de consórcio, durante o processo de biorremediação.