Aspectos petrológicos dos diques máficos de Itaju do Colônia e Floresta Azul: sul-sudeste do estado da Bahia, Brasil
As pesquisas relacionadas aos diques máficos contribuem de forma valiosa no entendi-mento sobre a dinâmica da Terra, fornecendo informações sobre a composição e evolução do manto, características distensivas da crosta além de, em alguns casos, apresentarem mineralizações associadas. Os diques máfico...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/42079 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42079 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA::PETROLOGIA CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA::GEOQUIMICA Diques máficos Geoquímica Petrografia Província Litorânea Cráton do São Francisco Mafic dykes Geochemistry Petrography São Francisco Craton |
| Resumo: | As pesquisas relacionadas aos diques máficos contribuem de forma valiosa no entendi-mento sobre a dinâmica da Terra, fornecendo informações sobre a composição e evolução do manto, características distensivas da crosta além de, em alguns casos, apresentarem mineralizações associadas. Os diques máficos de Itaju do Colônia e Floresta Azul fazem parte da Província Litorânea e encontram-se situados a leste do Cráton do São Francisco. Os dados de campo, petrografia e geoquímica indicam que trata de microgabros com es-pessuras variadas, desde centimétricas a métricas, de coloração cinza escuro a cinza escu-ro esverdeado, subverticais a verticais, com direções preferenciais NW-SE, além de, por vezes, apresentar o processo de esfoliação esferoidal. As rochas encaixantes são granulitos máficos e intermediários polideformados de idade arqueana a paleoproterozoica. Petrogra-ficamente apresentam texturas ofítica, subofítica, intergranular, coronada e porfirítica. Mi-nerais como plagioclásio variando entre andesina e labradorita (An45-65), piroxênios pre-dominando a augita, mas hiperstênio também ocorre, hornblenda coroando os piroxênios, minerais opacos e micas (biotita e clorita) são característicos das rochas desses filões. Pro-cessos de sericitização e/ou saussuritização e uralitização ocorrem nos cristais de plagio-clásio e piroxênios, respectivamente. Os diques máficos são classificados quimicamente como gabros subalcalinos com tendência toleítica e ambiente tectônico compatível com os basaltos intraplaca. O número de magnésio (#mg) entre 0,18 a 0,28 indica magma basálti-co evoluído. Padrões de elementos terras raras e multielementos caracterizam uma fonte enriquecida entre OIB e EMORB para a geração desses diques máficos situados nesse setor do Cráton do São Francisco. |
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