"The battles behind the forehead" : pressupostos e efeitos do monólogo interior em Ulysses, de James Joyce

Resumo: Esse texto divide-se em duas partes. A primeira delas define e diferencia os dois procedimentos responsáveis pela singularidade da representação da subjetividade dos personagens na prosa joyciana: aquele que Kenner denominou de The Uncle Charlie Principle (15-38) e o monólogo interior. Apesa...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Peruchi, Camila Hespanhol, 1990-
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1360807
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/20.500.12733/12839
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Joyce, James, 1882-1941 - Crítica e interpretação
Joyce, James, 1882-1941. Ulysses
Ficção de fluxo de consciência
Gramática comparada e geral - Discurso indireto
Stream of consciousness fiction
Grammar, Comparative and general - Indirect discourse
Descripción
Sumario:Resumo: Esse texto divide-se em duas partes. A primeira delas define e diferencia os dois procedimentos responsáveis pela singularidade da representação da subjetividade dos personagens na prosa joyciana: aquele que Kenner denominou de The Uncle Charlie Principle (15-38) e o monólogo interior. Apesar de ambos dependerem da diminuição da distância entre narrador e personagem, na passagem de um ou ao outro se encontra também uma mudança decisiva para o romance: a passagem da interioridade mediada para a interioridade imediata. Já a segunda parte do texto centra-se no monólogo interior do Ulysses, romance no qual essa técnica se converte na própria forma dada pela narrativa à apresentação das situações que a compõem. Nosso objetivo é expor alguns dos pressupostos decorrentes da expansão desse procedimento: a instauração de um personagem-narrador que 1) narrará involuntariamente e, portanto, 2) sem narratário e 3) sem qualquer pretensão de reconstituir discursivamente seja seu presente, seja seu passado. Esses pressupostos, tão importantes quanto frequentemente esquecidos, permitem que a técnica do monólogo interior seja considerada a mais perfeita simulação do trabalho psíquico