O pequeno mundo próprio das crianças e a Folia de Reis dos Penitentes do Santa Marta

O Pequeno mundo próprio das Crianças e a Folia de Reis dos Penitentes do Santa Marta teve como objetivo central estudar e investigar as relações que se constituem entre crianças e a Folia de Reis do Morro Santa Marta, a partir do olhar das crianças. A ideia de que a criança serve de alegoria daquilo...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Dias, Patrícia Alves
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/10791
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/10791
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Folia de Reis
Popular Culture
Favela Santa Marta
Childhood
Childs Research
Infância
Cultura Popular
Morro Santa Marta
Pesquisa com Crianças
Infância Santa Marta (Rio de Janeiro, RJ)
Cultura popular Santa Marta (Rio de Janeiro, RJ)
Folia de Reis Santa Marta (Rio de Janeiro, RJ)
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAO::FUNDAMENTOS DA EDUCACAO::ANTROPOLOGIA EDUCACIONAL
Descripción
Sumario:O Pequeno mundo próprio das Crianças e a Folia de Reis dos Penitentes do Santa Marta teve como objetivo central estudar e investigar as relações que se constituem entre crianças e a Folia de Reis do Morro Santa Marta, a partir do olhar das crianças. A ideia de que a criança serve de alegoria daquilo que se pensa do povo (Certeau), problematizou e conduziu os caminhos desta investigação. Que relação há entre essas duas categorias sociais e como as crianças do Morro e a folia, em seus pequenos Mundos, tem suas imagens forjadas pela cultura oficial? Como elas conseguem se opor, pelo riso e suas narrativas e linguagens próprias, à cultura oficial, aos Vencedores de plantão (BENJAMIN)? Para realizar a pesquisa, partimos do conceito de infância como categoria social, produtora de cultura, com potência a configurar e alterar o lugar de invisibilidade que lhe foi imposta pela nossa época afinal, o que é pequeno desaparece segundo Wim Wenders. A pesquisa seguiu `a luz de uma perspectiva política conceitual benjaminiana dando eco às questões de dialogo entre as gerações como condição de fertilidade da cultura e comunicação das experiências: uma geração faz a outra despertar, seja como memória das lutas já vividas, seja como projeto de uma história vindoura (RIBES PEREIRA, p.46, 2012). Em busca de uma aproximação dos sentidos que as crianças conferiam à folia e ao mundo, buscamos interlocução com Walter Benjamin (conceitos de história), em diálogo com Mikhail Bakhtin (Teoria da carnavalização, alteridade e discurso dialógico), Rita Ribes Pereira e Solange Jobim e Souza (linguagem e experiências na infância; e pesquisa com crianças) e Adair Rocha no campo das reflexões sobre a cultura e religiosidade