Políticas de permanência estudantil na educação superior contemporânea: a experiência da UTFPR - câmpus Medianeira

Esta tese investiga as políticas de Permanência Estudantil com abrangência nacional e institucional, no Câmpus Medianeira da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), instituição pública federal, a partir da expansão do Ensino Superior, no contexto atual. Face à importância dessas política...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Gómez, Magela Reny Fonticiella [UNESP]
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/191138
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/11449/191138
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Ensino superior
Evasão
Permanência estudantil
UTFPR
Higher education
Evasion
Student permanence
Descrição
Resumo:Esta tese investiga as políticas de Permanência Estudantil com abrangência nacional e institucional, no Câmpus Medianeira da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), instituição pública federal, a partir da expansão do Ensino Superior, no contexto atual. Face à importância dessas políticas aos estudantes de diferentes cursos de graduação, definiu-se, como objetivo geral, a demonstração de programas, projetos e ações implementadas, direcionadas à permanência do aluno, até a conclusão do curso, com a finalidade de averiguar se tais políticas são suficientes para assegurar a permanência dos alunos na instituição, evitando a evasão. A investigação foi desenvolvida pela abordagem metodológica qualitativa e quantitativa, por meio de análise da conjuntura atual da instituição parceira da pesquisa e envolveu consulta ao sistema acadêmico, documentos e dados estatísticos, durante o período de 2010 a 2018. Os resultados das análises empreendidas indicam que as políticas ainda não são eficazes para proporcionar mínimas condições para a permanência do aluno na instituição investigada e, por essa razão, precisam ser reelaboradas e articuladas com todos os segmentos da universidade, principalmente gestores, professores, profissionais da educação e alunos.